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25
Mar 14

As 12 práticas do XP – 2/3

XP

Hoje continuamos nossa série sobre as 12 práticas do Extreme Programming (XP) no blog da Informant! No primeiro post, abordamos as quatro primeiras técnicas da metodologia: jogo de planejamento, desenvolvimento orientado a testes, programação em pares e equipe.

Agora é hora de seguir em frente e falar sobre outras quatro práticas que fazem com que o XP seja um método de desenvolvimento de softwares extremamente adaptável a mudanças de cenário e possibilite entregas de qualidade com baixos custos. Confira:

Integração contínua

A quinta prática do Extreme Programming consiste em criar um sistema formal ou informal de comunicação por meio do qual todos os desenvolvedores possam ser informados sobre modificações realizadas no código por seus colegas.

Tendo em vista que o XP pressupõe ciclos pequenos de iteração e um ambiente com mudanças constantes, essa prática contribui para que os programadores estejam em integração contínua, se tornando capazes de fazer melhorias nas aplicações de forma mais informada e eficiente.

Melhoria do código

Essa prática do Extreme Programming significa que, durante o desenvolvimento do software, os programadores deverão reestruturar o código sempre que necessário, sem alterar seu comportamento externo, ou seja, a forma como se apresenta para o usuário.

Após uma aplicação passar em um teste, os desenvolvedores já podem refinar o código quando julgarem necessário, lembrando de não mudar a lógica por trás da funcionalidade para evitar problemas de leitura ou integração mais adiante.

Esse refinamento do código é feito para melhorar a leitura pelas máquinas, assim como reduzir a complexidade da programação, o que contribui para uma manutenção mais simples.

Simplicidade

O design simples de software, mais uma das práticas do XP, pressupõe que nenhuma linha de código será escrita caso não tenha um valor real para o sistema e seus usuários.

A máxima dessa prática é que o melhor design é o design funcional. Em um projeto típico que utiliza o método XP, o desenvolvimento deve passar pelos testes da forma mais simples possível, atender aos requisitos e não apresentar redundâncias.

Após escrever uma linha de código, o programador deve sempre se perguntar se existe alguma forma mais simples e fácil de descrever o mesmo procedimento. Caso exista, ele deverá refiná-lo.

Entregas pequenas

A última prática do Extreme Programming que abordaremos no post de hoje é também uma das mais importantes: as entregas pequenas.

Por meio de pequenos ciclos de iteração, os projetos de software dentro do método XP sempre apresentarão entregas menores e constantes, sendo cada uma delas com funcionalidades bem específicas.

Essa prática é uma das grandes diferenças do Extreme Programming quando comparado a programas desenvolvidos em métodos mais tradicionais, em que o cliente, de forma geral, só entra em contato com o software quando um grande número de aplicações já foram finalizadas e entregues.

As entregas pequenas garantem maior agilidade ao processo de desenvolvimento, permitindo que o usuário utilize o sistema logo no início, estimulando a colaboração e os ajustes no código em uma fase mais adequada do projeto.

Nó próximo post, mostraremos a terceira, e última parte sobre XP. Não perca!


14
Nov 13

Conheça o XP: extreme programming

O desenvolvimento ágil de softwares já foi tema de uma série em nosso blog (link para série). No post de hoje, você verá como funciona um de seus métodos mais populares: o extreme programming ou XP.

Apesar dos dois conceitos se confundirem em alguns aspectos, é importante saber diferenciá-los. Ainda que o XP tenha surgido antes, ele é um entre os vários métodos de desenvolvimento ágil, a exemplo do SCRUM e DSDM.

Atualmente, as práticas de extreme programming são valorizadas entre os desenvolvedores por serem úteis em equipes pequenas e médias, em projetos com requisitos vagos e muitas mudanças, cada vez mais comuns no mercado.

Conheça o XP e suas aplicações:

Conceito

O XP é um dos métodos de desenvolvimento ágil de software que tem como principal objetivo o alcance da qualidade para aumentar a satisfação do cliente.

Ao invés de projetos audaciosos, em que os desenvolvedores tentam entregar o máximo de funcionalidades possível até a conclusão, a equipe deve buscar apenas aquilo que o cliente precisa, sempre da forma mais simples possível.

Valores

O extreme programming se baseia em cinco valores fundamentais que definem como as equipes devem se comportar e quais suas prioridades durante a execução do projeto:

  • Comunicação: diálogo direto e constante entre a equipe de desenvolvedores e clientes;

  • Simplicidade: o design do software deve ser o mais simples possível;

  • Feedback: como as entregas são feitas o mais rapidamente possível, o feedback já deve ocorrer desde o início do projeto;

  • Respeito: o projeto só alcança sucesso quando cada membro reconhece e respeita as contribuições de toda a equipe;

  • Coragem: capacidade de responder às mudanças de requisito e os problemas à medida que surgem, de forma ágil e audaciosa.

Práticas

O desenvolvimento de softwares no XP deve seguir algumas práticas para que possa atingir seus objetivos.

Um dos focos é o trabalho em equipe. A colaboração deve ocorrer de forma constante entre gerentes de projeto, clientes, analistas e desenvolvedores. O time deve trabalhar próximo para estimular a integração e a comunicação.

Qualquer pessoa da equipe pode atuar sobre o código do software a qualquer momento. Desta forma, os times devem seguir padrões difundidos entre seus membros, facilitando as mudanças e ajustes.

O desenvolvimento em pares também é uma prática comum no extreme programming. Enquanto um dos profissionais executa uma tarefa, o outro acompanha o trabalho. Essas duplas podem ser trocadas sempre que necess%


28
Aug 10

Metodologia Ágil de Desenvolvimento: além dos sprints e post-its

Nesta última quinta-feira a Informant, representada pelo Eduardo Kruger, participou da semana da computação na Sociesc.

Kruger além de compartilhar um pouco da sua experiência com metodologias ágeis de desenvolvimento, comentou sobre o que estamos fazendo aqui na Informant e quais serão os nossos próximos passos em termos de metodologia.

Confira a palestra na Integra: