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Posts Tagged: Resultados


22
Jan 14

Case de inovação: 3M

3m

Inovação se tornou um conceito recorrente nas organizações que querem se destacar em um mercado cada vez mais disputado. No entanto, mais que um termo listado no lema da companhia, ela deve ser parte integrante do dia a dia das empresas que buscam oferecer produtos e serviços realmente inovadores e com vantagens competitivas.

Uma das marcas que conseguiu incorporar a inovação à sua rotina e transformá-la em seu core business é a 3M, empresa norte-americana sediada no estado de Minnesota.

Conheça aqui esse caso de sucesso.

Origem

Fundada no início do século XX, a 3M atuava inicialmente no ramo de mineração para atender à indústria dos Estados Unidos. No entanto, as dificuldades e riscos encontrados no setor fizeram com que a empresa voltasse seus olhos para a produção de abrasivos, produtos usados para polir e limpar outros materiais.

Quase 20 anos após sua fundação, a 3M desenvolveu sua primeira grande inovação, a lixa d’água. A partir daí a companhia iniciou suas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, área em que investe atualmente quase 1 bilhão de dólares por ano, e passou a incentivar seus funcionários a desenvolver produtos inovadores em busca de novos mercados.

Gestão da inovação

Se você ouvir qualquer funcionário da 3M explicando as razões para o sucesso da empresa, é bem provável que a resposta seja a mesma: a marca conseguiu criar uma cultura adequada para que as inovações apareçam.

Para chegar nesse nível, a 3M incorporou diversas ações à sua rotina. Os funcionários têm tempo e são estimulados a explorar novas ideias, mesmo que elas não levem a lugar algum. As melhores propostas são reconhecidas e premiadas por meio de programas formais.

Os empreendedores internos também conseguem recursos para colocar suas propostas em prática de várias maneiras. Além disso, a empresa estimula reuniões e encontros, formais ou informais, para discutir as ideias e os rumos dos seus produtos.

A 3M também faz questão de que seus funcionários circulem entre as diversas áreas da empresa, estimulando o trabalho em equipe, a colaboração e a interdisciplinaridade. Essa estratégia faz com que os colaboradores se sintam estimulados a arriscar e sejam tolerantes aos erros. Dessa forma, a inovação pode brotar dos lugares mais inesperados.

O caso Post-it

A marca Post-it é um dos casos mais célebres de como uma empresa precisa estimular a cultura da inovação e tolerar os erros para alcançar o sucesso.

O Post-it teve origem em 1968, quando um pesquisador da 3M desenvolveu um adesivo que aderia às superfícies, mas acabava se soltando com muita facilidade. Apesar de ter se intrigado com a descoberta, o funcionário não identificou qualquer uso imediato para a invenção e a considerou um fracasso.

Mais de 10 anos depois, seu colega Art Fry teve a ideia de usar o adesivo em blocos de notas após viver um problema no coral da igreja: ao passar as páginas da pasta com as músicas, o pesquisador se irritou com as folhas que caíam o tempo todo.

Depois de adaptar o adesivo aos bloquinhos, a 3M lançou o produto em fase de testes e percebeu rapidamente seu potencial. Há quase 30 anos no mercado, o Post-it alcançou sucesso mundial e já possui mais de mil produtos sob a marca da empresa.

Indicadores

A 3M também foi uma das primeiras empresas a mensurar os resultados de suas inovações nos lucros. Um de seus principais indicadores mede a porcentagem das vendas que se deve aos produtos fabricados nos últimos cinco anos.

A companhia exige que ao menos 30% das suas vendas venham de produtos novos, enviando uma mensagem clara a todos os seus gestores e colaboradores: a estratégia é olhar sempre à frente em busca de novas oportunidades.

Todas essas práticas fizeram da 3M uma fabricante dos mais variados produtos, dentre eles adesivos, abrasivos, laminados, produtos dentais, automotivos e materiais eletrônicos. A receita anual da empresa é estimada em 30 bilhões de dólares, com um portfólio de 50 mil produtos comercializados em quase 200 países e empregando mais de 80 mil funcionários.

Gostou da história da 3M? Você conhece outra inovação produzida pela empresa? Deixe aqui seu comentário!


26
Dec 13

A importância da inovação

O mundo muda e para nos adaptarmos às pequenas e grandes mudanças é preciso estar disposto a pensar fora do comum e agir de uma forma diferente. Inovar não significa fazer apenas outras coisas, mas fazer as mesmas coisas de um jeito incomum! Em um contexto tão dinâmico, a palavra de ordem é inovação. Afinal, quem inova se mantém firme e bem-sucedido, passe o tempo que passar, mude o que tiver que mudar.

O que é inovação?

O conceito de inovação é muito abrangente e ganha diferentes significados e dimensões a depender da situação. No cenário corporativo atual, a inovação pode ser o investimento em novas tecnologias, a tentativa de explorar novos mercados, a renovação da equipe, a implementação de um modelo diferente de negócio, a reformulação da marca, a reforma no prédio, o lançamento de um novo produto e infinitas possibilidades.

Inovação é abordar um problema por outra óptica. Implementar outro método. Inovar é abraçar o novo e aprender com ele, ao invés de se ater a modelos antigos, mesmo que eles funcionem.

A importância de inovar

A inovação pode levar a empresa a situações nunca imaginadas. Fomentar a inovação leva a inúmeras vantagens competitivas a curto, médio e longo prazo. E muitos dos seus concorrentes estão fazendo isto! Então, a própria competição do mundo dos negócios demanda que as empresas inovem constantemente. Caso contrário, elas passarão a integrar o índice de mortalidade empresarial no Brasil. Em outras palavras, a inovação é um dos princípios fundamentais para a sustentabilidade dos negócios.

Os impactos da inovação

Já está mais do que provado que direcionar recursos para inovação não representa um gasto, mas sim um investimento. Não importa se a inovação é básica ou radical, o fato é que toda inovação gera impactos. Mesmo que o benefício não seja claro no começo, a cultura de inovação só tem a ajudar para a sua empresa chegar ao sucesso. Listamos a seguir algumas consequências que o investimento em inovação pode trazer para a empresa:

  • Aumento da visibilidade do negócio;

  • Contribuição para melhoria contínua;

  • Aumento da receita;

  • Ampliação da presença no mercado;

  • Viabilização de novas parcerias;

  • Modernização dos processos internos;

  • Otimização do tempo e dos resultados.

Pensar fora da caixa: um exercício que dá certo

Inovar não é fácil, pois costumamos ficar presos a paradigmas, limitados aos estereótipos e temos medo de ousar. Ser arrojado realmente implica em se arriscar, mas o medo dos erros não pode ser um fator impeditivo para o seu sucesso. É possível inovar e calcular riscos ao mesmo tempo. Os planejamentos estão aí pra isso!

Portanto, se inovar parece uma tarefa difícil para você, comece aos poucos. Tente pensar fora do padrão, busque fazer as mesmas coisas de um jeito diferente, saia da rotina, mude os móveis de lugar. São exercícios simples, mas que podem de ajudar a aprender a lidar com o novo.

Assim que você se sentir mais preparado, dê passos mais largos. Invista em novas tecnologias, modernize seu negócio, agilize os processos e conquiste seu público-alvo com a presença fundamental da inovação. Você não vai se arrepender de percorrer esse caminho!

Quer inovar nos seus projetos e precisa de uma ajuda? Fale com a Informant!


11
Nov 13

Série Os 7 princípios do desenvolvimento agil de software: Post 05

softwareNo último post da série sobre o desenvolvimento ágil de softwares (LINK), você leu sobre as entregas rápidas e como elas podem ser alcançadas. Dando sequência, hoje falaremos sobre mais um princípio do método: dar poder ao time.

Ainda que a importância do trabalho em equipe já tenha se tornado um clichê no mercado de trabalho, muitas empresas ainda não conseguem fazer com que suas equipes entreguem os melhores resultados.

Dificuldades de relacionamento, líderes ineficientes, ruídos de comunicação e outras adversidades podem se tornar verdadeiros obstáculos para a conclusão dos trabalhos com sucesso.

Isso é verdade também no desenvolvimento ágil. Em um método que valoriza a interação entre as pessoas, é indispensável contar com um time bem formado e com poder decisório para que os projetos tenham seus requisitos de prazo, custo e qualidade atendidos.

Saiba como dar poder ao time e alcançar melhores resultados no desenvolvimento ágil:

Delegar é preciso

Muitos líderes temem que dar autonomia à equipe implique na perda de controle sobre a execução do projeto e seus resultados. Esse medo tem origem nos métodos tradicionais de desenvolvimento de software, em que o gerente centraliza todo o poder decisório.

No desenvolvimento ágil, no entanto, é fundamental que as pessoas tenham poder para tomar decisões em suas atividades e sejam estimuladas a pensar por conta própria. Somente assim a equipe sentirá que os resultados do projeto são de sua responsabilidade, fazendo tudo ao seu alcance para entregar um software de qualidade.

Lembre-se que, mesmo delegando responsabilidades, o gerente pode continuar acompanhando de perto a evolução do projeto, criando canais abertos de comunicação e discussão sobre os pontos críticos.

Promova a interação

O desenvolvimento ágil se beneficia muito da participação de todos os membros no início do projeto. No cenário ideal, os requisitos devem ser esclarecidos, estabelecidos e priorizados por toda a equipe em conjunto. Isso faz com todos saibam quais tarefas serão necessárias para entregar o produto e como elas se relacionam.

Sabemos que o consenso pode ser difícil de ser obtido, especialmente em equipes com um grande número de pessoas. No entanto, o retorno dessa estratégia se mostra no longo prazo, pois os profissionais irão se sentir mais envolvidos e propensos a contribuir quando os problemas surgirem.

O desenvolvimento de softwares pode proporcionar tensão e conflitos entre desenvolvedores e clientes. No entanto, quando a colaboração já é uma tendência desde o início, eventuais problemas podem ser resolvidos com mais dinâmica e rapidez.

Um dos aspectos fundamentais para que todos os membros da equipe se sintam motivados a participar ativamente do projeto é não permitir a cultura do medo e da culpa. Caso os profissionais tenham receio de que suas decisões possam ser motivo para punição ou constrangimento, eles irão tentar contorná-las sempre que possível.

Convivência saudável

As regras básicas de convivência no ambiente de trabalho não podem ser esquecidas também no desenvolvimento ágil, afinal estamos tratando de uma metodologia em que a interação entre pessoas é indispensável para alcançar bons resultados.

Ouvir os companheiros, responder a todas as solicitações e levar opiniões em conta mesmo quando discordar: essas são pequenas atitudes que fazem com que as pessoas se sintam encorajadas a fazer mais pelo projeto.

No entanto, isso não significa que os profissionais são obrigados a concordar em tudo, pois a discordância também pode render ótimos frutos no trabalho em equipe. Divergir em um ponto de vista é absolutamente normal, desde que os profissionais não sejam agressivos com os demais.

No próximo post, conheceremos o sexto princípio do desenvolvimento ágil: embutir a qualidade no processo. Fique ligado no blog da Informant para não perder!