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Posts Tagged: negócio


15
May 14

Qual a função de um gerente de produto?

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O sucesso da criação de um novo software é alcançado através da soma de diversos fatores: organização, planejamento, visão, comunicação, qualidade do time de execução e clareza do que, realmente, o cliente está buscando. Ainda assim, mesmo com todas as informações, nada garante que a ferramenta será bem aproveitada.

No meio de tudo surge uma figura muito importante para o bom andamento do projeto: o gerente de produto. Nos últimos anos as fábricas de software perceberam que possuir alguém que consiga centralizar as decisões, administrar o time e ainda entender a necessidade do cliente é valioso para os negócios, fazendo do gerente de produto o principal aliado da empresa. Nos próximos parágrafos iremos nos aprofundar sobre o papel desse profissional. Confira:

O papel do gerente de produto

É comum que as empresas acreditem que o principal papel do gerente de produto é estar focado no desenvolvimento do produto que alavanca o negócio. Mas, atualmente, sua função é muito mais ampla: ele cuida do desenvolvimento, mas também da implementação, atendimento, marketing e vendas. Apesar de não ser responsável por todas essas áreas, é função dele perceber quando problemas possam influenciar o desempenho do produto.

Basicamente, o gerente de produto presta suporte a todas essas áreas, focando na qualidade da entrega final e impedindo que outros fatores, como falta de recursos, atrapalhe a experiência do cliente. O gerente de produto costuma atuar mais no marketing e vendas, por conhecer cada vantagem do produto e saber como estas devem ser exaltadas para melhorar as vendas.

Motivos para contar com um gerente de produto

A busca por criar ferramentas cada vez melhores faz do gerente de produto uma peça fundamental em toda empresa de software. Isso significa que um bom gerente é capaz de melhorar a qualidade das suas entregas e ainda assim garantir o uso inteligente e eficaz de seus recursos.

Para se alcançar esse resultado é fundamental que você saiba o que buscar ao contratar este profissional. Lembre-se que ele terá que controlar o desenvolvimento da ferramenta, mas também estará em contato com clientes e colaboradores. Assim, é possível listar algumas competências que todo gerente de produto deve ter, além da paixão por criar bons produtos: empatia com clientes, inteligência, ética, integridade, confiança, foco, conhecimento em tecnologia, negócios, processos e uma atitude vencedora.

Apesar de parecer que essas habilidades sejam impossíveis de serem reunidas em apenas um profissional, precisamos notar que a maioria delas são obrigatórias quando estamos falando de desenvovimento de software. Um gerente de produto que não conheça tecnologia ou que não esteja por dentro dos processos e negócios da empresa não será capaz de gerenciar um time de desenvolvedores.

Já um profissional sem ética ou integridade, apaixonado pelo que faz e focado em buscar metas e objetivos não irá durar em emprego algum. Por todos esses motivos a função de um gerente de produto será, sim, de coordenar a construção das suas ferramentas, mas também será um grande ativo para sua empresa ao gerenciar clientes, recursos e resultados.

Você já trabalha com um gerente de produto? Qual sua experiência? Deixe seu depoimento nos comentários abaixo.


05
Feb 14

Aprenda a importância da escalabilidade

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A escalabilidade é a capacidade que uma empresa, ou sistema, possui de crescer atendendo às demandas sem perder as qualidades que lhe agregam valor. Essa característica se tornou essencial para as empresas que trabalham com tecnologia da informação. Se antes era desejável que uma solução fosse escalável, atualmente isso é uma condição para o sucesso.

Empresas que não conseguem lidar com o aumento repentino de seus clientes, ou de suas necessidades, perdem oportunidades de novos negócios e ainda correm o risco de verem seus clientes migrando para a concorrência. Por isso, para desenvolver softwares de sucesso, que serão rapidamente absorvidos pelo mercado, é necessário pensar em soluções escaláveis. Aprenda a importância da escalabilidade e garanta o crescimento acelerado da solução oferecida pelo seu negócio.

Virtualização e performance.

O conceito de escalabilidade está diretamente associado ao de sistemas distribuídos, nos quais é possível alcançar a alta performance das máquinas. Esses sistemas, também conhecidos como clusters, dividem as tarefas garantindo a utilização otimizada dos equipamentos e softwares. Cada um dos servidores é compreendido como um nó da rede, cuja malha atende às mais variadas demandas tecnológicas.

Isto significa que todo o funcionamento dos sistemas é monitorado constantemente em processos virtualizados. Eles controlam as demandas e alocam recursos de acordo com as necessidades em tempo real. Significa também economizar recursos em determinados momentos e poder identificar quando é necessário aumentar a infra-estrutura, antes que a qualidade do serviço ou solução seja comprometida.

Para garantir essa performance, é necessário virtualizar e possuir softwares capazes de gerenciar as demandas. Isso significa que o programa deve ser capaz de alocar recursos, distribuir a carga de processamento entre os servidores do cluster e monitorar o desempenho do sistema como um todo. Com esses programas, muitas vezes, é possível designar máquinas de diferentes capacidades para demandas específicas. Um exemplo: dedicar um servidor para trabalhar apenas com processos e transferências de dados na rede, manter uma máquina para manipular arquivos que demandam muita memória, enquanto um outro equipamento é designado para armazenar informações em discos rígidos.

Sendo assim, para projetar um sistema escalável é importante ter um cluster virtualizado capaz de distribuir as demandas entre as diversas máquinas e garantir a máxima performance da solução em todos seus aspectos.

Como adicionar recursos?

Desenvolver um software escalável significa também planejar seu crescimento. É preciso estar de olho no momento exato de alocar mais recursos para não ser atropelado por um aumento de demanda, gerando a perda de qualidade do sistema. Existem duas formas de adicionar recursos aos sistemas escaláveis. São elas: a escalabilidade horizontal, também conhecida como scale out, e a vertical conhecida como scale up. Entenda a diferença:

  • Escalabilidade horizontal ou scale out: consiste em adicionar mais capacidade no sistema distribuído inserindo uma nova máquina no cluster.

  • Escalabilidade vertical ou scale up: neste caso ocorre o upgrade em um servidor já existente na rede. Significa substituir, repor ou apenas agregar mais recursos, como memória ou novos discos rígidos por exemplo.

Agora que você já sabe da importância da escalabilidade, poderá projetar sistemas e soluções capazes de garantir o crescimento da demanda sem perder a qualidade! Ainda precisa de ajuda? Entre em contato com os especialistas da Informant!


04
Feb 14

Vale a pena migrar meu software para a nuvem?

softwareMuito se fala sobre computação em nuvem, conhecida também como cloud computing. Mas quais são os benefícios reais em utilizar esse modelo? Vale a pena migrar para esse tipo de infraestrutura mesmo tendo uma pequena ou média empresa? Essas perguntas estão na cabeça de muitos gestores e gerentes de TI. O fato é que se você, ou sua empresa, já utilizam aplicativos do Google ou serviços como o Dropbox, para citar apenas dois exemplos, você já está usando a computação em nuvem.

Essa tecnologia veio pra ficar e vai modificar a forma como as empresas operam e fazem negócios. Saiba quais são os principais benefícios em utilizar cloud computing e descubra definitivamente se vale a pena mudar seu software para a nuvem.

Mobilidade

Um dos principais benefícios da computação em nuvem é a mobilidade que ela proporciona aos usuários. Essa tecnologia acompanha o universo dos dispositivos móveis, que estão cada vez mais presente no dia a dia dos negócios. Executivos de sucesso precisam estar conectados com os dados e informações de suas empresas. Mesmo durante viagens de negócios e reuniões externas, além do escritório ou até mesmo de casa.

Migrar seu software para a nuvem significa ter acesso às informações estratégicas de seu negócio a partir de qualquer dispositivo conectado à internet. Isso facilita não apenas a tomada de decisões, como também dá mais agilidade e competitividade para sua empresa.

Redução de custos

A computação em nuvem facilita o surgimento de um novo paradigma na área da tecnologia da informação. Empresas que antes adquiriam as licenças de uso de software por máquina, agora podem contratar esses recursos como serviços por usuário. O cloud computing tornou possível o software como serviço, conhecido como SaaS (Software As A Service). Nesse sentido, empresas que antes gastavam com hardware para hospedar programas e aplicativos, licenças de softwares que precisam ser renovadas anualmente e funcionários especializados para gerir toda a infraestrutura, podem agora contratar tudo isso em um único serviço.

Isso representa uma redução de custos em toda a área de tecnologia das empresas. Já que os serviços responsabilizam-se não apenas pela segurança dos dados, como também por atualizações e backups de rotina. Sendo assim, a computação em nuvem representa também um aumento da produtividade do seu core business, que se torna mais ágil.

Segurança

Outra grande vantagem do cloud computing é o seu sistema distribuído de armazenamento. Ele garante a integridade e segurança das informações. Quando o software se encontra hospedado na nuvem, ele está utilizando recursos de diversas máquinas possuindo dados atualizados em tempo real. A infraestrutura robusta dos provedores garante um serviço ininterrupto 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ter seus dados hospedados em ambientes virtuais reduz os riscos de quedas de energia, problemas de hardware ou até mesmo ataques virtuais.

Essas são apenas algumas das inúmeras vantagens proporcionadas pelo cloud computing. Migrar seu software para a nuvem significa ter mobilidade para a tomada de decisões, agilidade e segurança dos dados, sem falar na redução significativa de custos.

Deciciu migrar o seu software? Precisa de mais informações? Fale com a Informant!


10
Jan 14

Criar o seu próprio CRM, vale a pena?

As vantagens que um CRM pode proporcionar à uma organização vão desde o relacionamento mais próximo com seus clientes, até o desenvolvimento de estratégias eficazes de vendas, marketing e atendimento.

No entanto, algumas empresas que optam por usar a ferramenta ainda encontram dificuldades para escolher a opção mais adequada à sua realidade. É melhor desenvolver um CRM próprio ou contratar um software pronto disponível no mercado?

A decisão depende de características específicas de cada empresa e o uso que a equipe irá fazer do sistema. Uma escolha acertada pode significar menos falhas e maior produtividade. Além das necessidades imediatas, também é preciso se preocupar com o longo prazo e as possibilidades de expansão das operações e dos negócios.

Saiba identificar se a criação de um CRM próprio vale à pena.

Personalização

O principal benefício do desenvolvimento de um CRM próprio é que a empresa pode definir exatamente como as funcionalidades do sistema deverão se comportar para atender às necessidades do negócio.

Quando a organização possui demandas muito especificas para o CRM, implantar uma ferramenta própria é a melhor opção. Isso coloca à disposição da empresa as aplicações ideais para ela. Alguns softwares disponíveis no mercado também oferecem opções de customização para os clientes, mas essa flexibilidade não se compara a de um CRM desenvolvido internamente.

Controle

Muitas empresas fazem questão de ter controle absoluto sobre as ferramentas que utilizam e a autonomia para modificá-las sempre que necessário. Com um CRM próprio, o cliente se torna o proprietário do produto. Isso lhe permite fazer alterações no código quando for pertinente, sem precisar aguardar por atualizações periódicas do fornecedor.

Suporte

Para desenvolver um CRM customizado, será necessário contratar uma equipe de TI ou um fornecedor especializado. Além de entregar o produto final, esses profissionais também serão responsáveis por oferecer o suporte e atendimento.

Dessa forma, ao invés de precisar lidar com centrais de atendimento padrão de grandes fornecedores, a sua empresa irá contar com o apoio de um parceiro próximo, que está mais propenso a entender as especificidades do seu negócio.

Além disso, a equipe que presta o suporte pode ter acompanhado o desenvolvimento do software. Isso faz com que os profissionais entendam os problemas do sistema de forma rápida, precisando de menos tempo para solucioná-los.

Economia

Um CRM de prateleira pode trazer muitas ferramentas desnecessárias para a realidade da sua empresa. Isso faz com que seu uso seja mais complexo, pois o sistema terá mais telas e campos de preenchimento na navegação.

Quando o CRM é projetado para sua organização, todas as aplicações e funcionalidades terão um motivo para estarem ali. Isso evita gastos desnecessários e organiza a interface para o usuário.

Integração

As informações sobre os clientes que compõem um CRM podem ter origem em sistemas e documentos espalhados por diversos setores da empresa.

Um software próprio também traz a vantagem de unificar os bancos de dados com informações dos consumidores. Durante o desenvolvimento do programa, a empresa irá prever o sistema com as diversas fontes de informações, reduzindo problemas de integração.

Produtividade

O CRM próprio também pode atender de forma customizada à maneira como os funcionários se organizam no trabalho. Tarefas mais comuns ficam em locais de fácil acesso. Informações importantes estarão disponíveis somente para quem precisa acessá-las, sem que seja preciso pedir por autorizações. Esse tipo de organização confere agilidade para o negócio.

Pontos de atenção

Apesar das vantagens acima, desenvolver um CRM próprio pode não ser a solução ideal para qualquer organização.

A empresa interessada na solução deve estar ciente do tempo e esforço necessários para a implantação. A importância de manter a ferramenta sempre atualizada para que ela realmente traga os benefícios esperados também é um ponto que requer muita atenção.


26
Dec 13

A importância da inovação

O mundo muda e para nos adaptarmos às pequenas e grandes mudanças é preciso estar disposto a pensar fora do comum e agir de uma forma diferente. Inovar não significa fazer apenas outras coisas, mas fazer as mesmas coisas de um jeito incomum! Em um contexto tão dinâmico, a palavra de ordem é inovação. Afinal, quem inova se mantém firme e bem-sucedido, passe o tempo que passar, mude o que tiver que mudar.

O que é inovação?

O conceito de inovação é muito abrangente e ganha diferentes significados e dimensões a depender da situação. No cenário corporativo atual, a inovação pode ser o investimento em novas tecnologias, a tentativa de explorar novos mercados, a renovação da equipe, a implementação de um modelo diferente de negócio, a reformulação da marca, a reforma no prédio, o lançamento de um novo produto e infinitas possibilidades.

Inovação é abordar um problema por outra óptica. Implementar outro método. Inovar é abraçar o novo e aprender com ele, ao invés de se ater a modelos antigos, mesmo que eles funcionem.

A importância de inovar

A inovação pode levar a empresa a situações nunca imaginadas. Fomentar a inovação leva a inúmeras vantagens competitivas a curto, médio e longo prazo. E muitos dos seus concorrentes estão fazendo isto! Então, a própria competição do mundo dos negócios demanda que as empresas inovem constantemente. Caso contrário, elas passarão a integrar o índice de mortalidade empresarial no Brasil. Em outras palavras, a inovação é um dos princípios fundamentais para a sustentabilidade dos negócios.

Os impactos da inovação

Já está mais do que provado que direcionar recursos para inovação não representa um gasto, mas sim um investimento. Não importa se a inovação é básica ou radical, o fato é que toda inovação gera impactos. Mesmo que o benefício não seja claro no começo, a cultura de inovação só tem a ajudar para a sua empresa chegar ao sucesso. Listamos a seguir algumas consequências que o investimento em inovação pode trazer para a empresa:

  • Aumento da visibilidade do negócio;

  • Contribuição para melhoria contínua;

  • Aumento da receita;

  • Ampliação da presença no mercado;

  • Viabilização de novas parcerias;

  • Modernização dos processos internos;

  • Otimização do tempo e dos resultados.

Pensar fora da caixa: um exercício que dá certo

Inovar não é fácil, pois costumamos ficar presos a paradigmas, limitados aos estereótipos e temos medo de ousar. Ser arrojado realmente implica em se arriscar, mas o medo dos erros não pode ser um fator impeditivo para o seu sucesso. É possível inovar e calcular riscos ao mesmo tempo. Os planejamentos estão aí pra isso!

Portanto, se inovar parece uma tarefa difícil para você, comece aos poucos. Tente pensar fora do padrão, busque fazer as mesmas coisas de um jeito diferente, saia da rotina, mude os móveis de lugar. São exercícios simples, mas que podem de ajudar a aprender a lidar com o novo.

Assim que você se sentir mais preparado, dê passos mais largos. Invista em novas tecnologias, modernize seu negócio, agilize os processos e conquiste seu público-alvo com a presença fundamental da inovação. Você não vai se arrepender de percorrer esse caminho!

Quer inovar nos seus projetos e precisa de uma ajuda? Fale com a Informant!