Conheça a Informant          RSS

Posts Tagged: Mercado


10
Mar 14

Quais são as novas linguagens de programação que você deveria aprender?

A maioria dos desenvolvedores de software no mercado está habituada à utilização das linguagens de programação mais tradicionais, como Java e C. No entanto, nos últimos anos, muitos profissionais já vêm se atentando para a importância de aprender novas linguagens e se tornarem programadores poliglotas.

Ao explorar diversas linguagens de programação, os desenvolvedores podem encontrar novas formas de solucionar problemas nos códigos, ampliar o leque de conhecimento sobre o desenvolvimento de software e aproveitar mais oportunidades no mercado de trabalho.

Por isto, separamos três novas linguagems, pra se ficar de olho e começar a aprender. Veja nossa lista:

Harlan

A Harlan é uma linguagem de programação que tem como principal objetivo simplificar o desenvolvimento de aplicativos que são executados na unidade de processamento gráfico (GPU). Ao contrário do que muitos pensam, a GPU não serve apenas para processar imagens, mas é capaz de fazer determinados tipos de cálculo com grande eficiência.

As GPUs possuem a capacidade de guardar múltiplos cálculos de forma simultânea (os chamados threads) enquanto os CPUs só fazem um por vez. O contraponto é que as GPUs fazem essa tarefa de forma lenta, tendo sua utilização até então restrita ao processamento gráfico.

O Harlam visa tirar proveito da capacidade de processamento simultâneo da GPU de forma mais ágil. Realizando várias tarefas ao mesmo tempo, o potencial do hardware aumenta substancialmente. Essa característica pode transformar computadores simples em processadores extremamente robustos.

A linguagem de programação Harlan tem sua sintaxe em Scheme, que é considerada a origem de todas as linguagens utilizadas em larga escala nos dias de hoje.

Julia

A linguagem de programação Julia, disponível para Windows, OS X e Ubuntu, foi concebida com a ambiciosa missão de reunir todas as virtudes das demais linguagens em um só lugar. Julia atende aos requisitos da computação numérica e científica de alta performance, apesar de já estar sendo utilizada para outros propósitos.

Lançada em 2012, a linguagem permite a compilação de programas de forma mais ágil, evitando a necessidade de conversão para códigos como Java ou C. A Julia possui virtudes como velocidade, dinamismo, notações matemáticas familiares e funcionais, entre outras vantagens.

A linguagem também permite que, ao desenvolver um sistema, o programador utilize o recurso do paralelismo, ou seja, dividir um problema em várias partes e distribuí-los entre vários computadores, contribuindo para uma análise de dados mais ágil e eficiente.

Os usos mais comuns são na programação de sistemas para a web e uso técnico que requer alta performance, como em pesquisas científicas. Apesar disso, a linguagem não é recomendada para o desenvolvimento de aplicativos de desktop ou sistemas operacionais.

Go

A Go, também chamada de GoLang, é a linguagem de programação da Google. Lançada em 2009, como open source, a Go foi adotada em grandes projetos recentemente, inclusive pela própria Google, e passou a receber mais atenção do mercado e dos desenvolvedores.

A linguagem pode servir como alternativa para outras já populares, como Ruby e Java. Seus principais benefícios são performance otimizada do software, uso eficiente da memória, qualidade dos códigos e a facilidade de utilização pelos programadores.

Inicialmente, o Google lançou a linguagem para uso no desenvolvimento de  sistemas. No entanto, sua ampla utilização pela comunidade de desenvolvedores fez com que a linguagem pasasse a ser utilizada para vários outros propósitos.

Você já possui familiaridade com estas linguagens? Há alguma outra nova linguagem que quer acrescentar à lista? Deixe seu comentário!

 


22
Jan 14

Case de inovação: 3M

3m

Inovação se tornou um conceito recorrente nas organizações que querem se destacar em um mercado cada vez mais disputado. No entanto, mais que um termo listado no lema da companhia, ela deve ser parte integrante do dia a dia das empresas que buscam oferecer produtos e serviços realmente inovadores e com vantagens competitivas.

Uma das marcas que conseguiu incorporar a inovação à sua rotina e transformá-la em seu core business é a 3M, empresa norte-americana sediada no estado de Minnesota.

Conheça aqui esse caso de sucesso.

Origem

Fundada no início do século XX, a 3M atuava inicialmente no ramo de mineração para atender à indústria dos Estados Unidos. No entanto, as dificuldades e riscos encontrados no setor fizeram com que a empresa voltasse seus olhos para a produção de abrasivos, produtos usados para polir e limpar outros materiais.

Quase 20 anos após sua fundação, a 3M desenvolveu sua primeira grande inovação, a lixa d’água. A partir daí a companhia iniciou suas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, área em que investe atualmente quase 1 bilhão de dólares por ano, e passou a incentivar seus funcionários a desenvolver produtos inovadores em busca de novos mercados.

Gestão da inovação

Se você ouvir qualquer funcionário da 3M explicando as razões para o sucesso da empresa, é bem provável que a resposta seja a mesma: a marca conseguiu criar uma cultura adequada para que as inovações apareçam.

Para chegar nesse nível, a 3M incorporou diversas ações à sua rotina. Os funcionários têm tempo e são estimulados a explorar novas ideias, mesmo que elas não levem a lugar algum. As melhores propostas são reconhecidas e premiadas por meio de programas formais.

Os empreendedores internos também conseguem recursos para colocar suas propostas em prática de várias maneiras. Além disso, a empresa estimula reuniões e encontros, formais ou informais, para discutir as ideias e os rumos dos seus produtos.

A 3M também faz questão de que seus funcionários circulem entre as diversas áreas da empresa, estimulando o trabalho em equipe, a colaboração e a interdisciplinaridade. Essa estratégia faz com que os colaboradores se sintam estimulados a arriscar e sejam tolerantes aos erros. Dessa forma, a inovação pode brotar dos lugares mais inesperados.

O caso Post-it

A marca Post-it é um dos casos mais célebres de como uma empresa precisa estimular a cultura da inovação e tolerar os erros para alcançar o sucesso.

O Post-it teve origem em 1968, quando um pesquisador da 3M desenvolveu um adesivo que aderia às superfícies, mas acabava se soltando com muita facilidade. Apesar de ter se intrigado com a descoberta, o funcionário não identificou qualquer uso imediato para a invenção e a considerou um fracasso.

Mais de 10 anos depois, seu colega Art Fry teve a ideia de usar o adesivo em blocos de notas após viver um problema no coral da igreja: ao passar as páginas da pasta com as músicas, o pesquisador se irritou com as folhas que caíam o tempo todo.

Depois de adaptar o adesivo aos bloquinhos, a 3M lançou o produto em fase de testes e percebeu rapidamente seu potencial. Há quase 30 anos no mercado, o Post-it alcançou sucesso mundial e já possui mais de mil produtos sob a marca da empresa.

Indicadores

A 3M também foi uma das primeiras empresas a mensurar os resultados de suas inovações nos lucros. Um de seus principais indicadores mede a porcentagem das vendas que se deve aos produtos fabricados nos últimos cinco anos.

A companhia exige que ao menos 30% das suas vendas venham de produtos novos, enviando uma mensagem clara a todos os seus gestores e colaboradores: a estratégia é olhar sempre à frente em busca de novas oportunidades.

Todas essas práticas fizeram da 3M uma fabricante dos mais variados produtos, dentre eles adesivos, abrasivos, laminados, produtos dentais, automotivos e materiais eletrônicos. A receita anual da empresa é estimada em 30 bilhões de dólares, com um portfólio de 50 mil produtos comercializados em quase 200 países e empregando mais de 80 mil funcionários.

Gostou da história da 3M? Você conhece outra inovação produzida pela empresa? Deixe aqui seu comentário!


02
Jan 14

Outsourcing ou desenvolvimento interno? Como decidir?

outsourcing

O outsourcing, prática cada vez mais difundida em mercados de todo o mundo, é muito usado pelas empresas que estão em busca de redução de custos ou que se preocupam em dedicar mais tempo e esforços às suas atividades prioritárias.

A alternativa ao outsourcing é o insourcing (desenvolvimento interno), modelo buscado por organizações que desejam ter controle total sobre as ferramentas que utilizam em seus negócios e operações.

Para saber qual das opções é a mais adequada, é preciso analisar aspectos que variam de acordo com os objetivos da empresa e que podem impactar nos resultados no curto, médio e longo prazo.

Saiba como decidir entre outsourcing ou desenvolvimento interno ao implantar um software:

Foco

Antes de avaliar as vantagens e desvantagens de cada uma das alternativas, é preciso decidir quais os objetivos que a empresa quer alcançar com o desenvolvimento do software.

Reflita se o projeto servirá apenas como apoio às atividades essenciais realizadas por seus funcionários ou se é crucial para a entrega de produtos e serviços aos clientes. Pensar nisso pode contribuir para um maior entendimento sobre as necessidades da empresa e, consequentemente, para uma avaliação mais criteriosa do modelo a ser escolhido.

Custos

As fases de desenvolvimento e implantação de um software ocorrem de maneiras completamente diferentes no outsourcing e no insourcing, o que faz com que seus custos também sejam distintos.

No desenvolvimento interno, a empresa deverá investir recursos para contratação e treinamento de profissionais de TI, compra de infraestrutura de hardware e software, estrutura física para receber a equipe e os equipamentos e a gestão de todo o processo.

Já no outsourcing, a empresa não terá esses gastos, mas precisará pagar o serviço prestado pelo provedor da solução. De forma geral, os custos nesse modelo são inferiores tanto no momento inicial quanto no médio e longo prazo.

Controle e segurança

Algumas organizações mais conservadoras optam pelo insourcing em busca de maior controle sobre a gestão dos softwares e hardwares utilizados pelos funcionários. Os gestores temem que o outsourcing proporcione mais problemas que soluções, tendo em vista que o fornecedor é outra empresa, com objetivos de negócio diferentes.

Além disso, essas empresas preferem o desenvolvimento interno pela facilidade de comunicação entre todas as pessoas envolvidas no projeto, sejam eles clientes, patrocinadores, desenvolvedores ou usuários. Outra preocupação comum entre os gestores é a segurança da informação, já que no insourcing os dados ficam restritos à empresa que adota a solução.

No caso do outsourcing, o desenvolvimento do software, assim como sua manutenção e operação, ficam sob responsabilidade do provedor. Isso diminui a esfera de atuação do cliente sobre a solução e pode criar ruídos na comunicação entre as partes.

No entanto, optar pelo outsourcing não significa abrir mão da segurança, pois muitos fornecedores do serviço no mercado são certificados por normas de segurança e possuem ferramentas adequadas para a proteção dos dados armazenados.

Atualização

No desenvolvimento interno, a própria empresa será responsável por garantir que o software esteja sempre atualizado no mercado, o que pode significar o empenho de tempo e recursos preciosos que poderiam ser direcionados para o negócio.

Por outro lado, no outsourcing, o cliente terá acesso a conhecimentos e habilidades da equipe do provedor do serviço. Esses recursos jamais poderiam ser obtidos em uma equipe interna com custos equivalentes.

A eficiência e a produtividade nas soluções de outsourcing costumam ser maiores, pois o trabalho é realizado por especialistas que já possuem experiência no mercado. Além disso, as empresas provedoras têm acesso mais rápido e frequente a novas tecnologias e tendências do setor, aumentando as chances de alcance de vantagens competitivas.

Flexibilidade

O insourcing também pode fazer com que sua empresa encontre dificuldades ao enfrentar períodos de mudança. Caso o negócio comece a crescer ou o empreendedor identifique oportunidades de alterar a forma como funcionam suas operações, será necessário adaptar toda a equipe e a infraestrutura de TI da empresa à nova realidade.

Já no outsourcing, a flexibilidade para mudanças é bem maior, tendo em vista que o cliente só precisará solicitar ao provedor do serviço a adaptação ao novo contexto para que ele mesmo dimensione as equipes e recursos necessários para isso.

Se decidiu pelo outsourcing? Quer saber mais sobre como escolher um parceiro e como acompanhar o seu trabalho? Fique ligado no blog da Informant!


26
Dec 13

A importância da inovação

O mundo muda e para nos adaptarmos às pequenas e grandes mudanças é preciso estar disposto a pensar fora do comum e agir de uma forma diferente. Inovar não significa fazer apenas outras coisas, mas fazer as mesmas coisas de um jeito incomum! Em um contexto tão dinâmico, a palavra de ordem é inovação. Afinal, quem inova se mantém firme e bem-sucedido, passe o tempo que passar, mude o que tiver que mudar.

O que é inovação?

O conceito de inovação é muito abrangente e ganha diferentes significados e dimensões a depender da situação. No cenário corporativo atual, a inovação pode ser o investimento em novas tecnologias, a tentativa de explorar novos mercados, a renovação da equipe, a implementação de um modelo diferente de negócio, a reformulação da marca, a reforma no prédio, o lançamento de um novo produto e infinitas possibilidades.

Inovação é abordar um problema por outra óptica. Implementar outro método. Inovar é abraçar o novo e aprender com ele, ao invés de se ater a modelos antigos, mesmo que eles funcionem.

A importância de inovar

A inovação pode levar a empresa a situações nunca imaginadas. Fomentar a inovação leva a inúmeras vantagens competitivas a curto, médio e longo prazo. E muitos dos seus concorrentes estão fazendo isto! Então, a própria competição do mundo dos negócios demanda que as empresas inovem constantemente. Caso contrário, elas passarão a integrar o índice de mortalidade empresarial no Brasil. Em outras palavras, a inovação é um dos princípios fundamentais para a sustentabilidade dos negócios.

Os impactos da inovação

Já está mais do que provado que direcionar recursos para inovação não representa um gasto, mas sim um investimento. Não importa se a inovação é básica ou radical, o fato é que toda inovação gera impactos. Mesmo que o benefício não seja claro no começo, a cultura de inovação só tem a ajudar para a sua empresa chegar ao sucesso. Listamos a seguir algumas consequências que o investimento em inovação pode trazer para a empresa:

  • Aumento da visibilidade do negócio;

  • Contribuição para melhoria contínua;

  • Aumento da receita;

  • Ampliação da presença no mercado;

  • Viabilização de novas parcerias;

  • Modernização dos processos internos;

  • Otimização do tempo e dos resultados.

Pensar fora da caixa: um exercício que dá certo

Inovar não é fácil, pois costumamos ficar presos a paradigmas, limitados aos estereótipos e temos medo de ousar. Ser arrojado realmente implica em se arriscar, mas o medo dos erros não pode ser um fator impeditivo para o seu sucesso. É possível inovar e calcular riscos ao mesmo tempo. Os planejamentos estão aí pra isso!

Portanto, se inovar parece uma tarefa difícil para você, comece aos poucos. Tente pensar fora do padrão, busque fazer as mesmas coisas de um jeito diferente, saia da rotina, mude os móveis de lugar. São exercícios simples, mas que podem de ajudar a aprender a lidar com o novo.

Assim que você se sentir mais preparado, dê passos mais largos. Invista em novas tecnologias, modernize seu negócio, agilize os processos e conquiste seu público-alvo com a presença fundamental da inovação. Você não vai se arrepender de percorrer esse caminho!

Quer inovar nos seus projetos e precisa de uma ajuda? Fale com a Informant!


28
Nov 13

design de interação, o que é ?

design de interação

Pare e pense: quando foi a última vez que você passou um dia inteiro sem qualquer contato com uma interface digital, como um computador ou um smartphone?

Com a grande quantidade de interfaces disponíveis para usos variados e a demanda crescente dos consumidores, a experiência que temos ao usar produtos e serviços digitais vem se transformando em uma das maiores preocupações dos desenvolvedores de novas tecnologias.

Uma das áreas que busca soluções para essa experiência é o design de interação, setor em plena expansão nos países líderes em novas tecnologias. No Brasil, apesar de ainda estar incipiente, o tema também já conta com cursos universitários e inúmeras oportunidades de trabalho.

Qualquer empresa em busca de vantagens competitivas no mercado deve saber como o design de interação pode ser o grande diferencial para o fracasso ou sucesso de um novo produto.

Aprenda hoje o que é design de interação e qual a sua importância:

Foco na experiência

O design de interação é uma das vertentes do design que trabalha a forma como um produto, (seja um site, um aplicativo, um jogo ou outras aplicações) permitirá que os usuários façam uso dele. O objetivo da disciplina é melhorar a relação entre as pessoas e as máquinas, aumentando as chances de sucesso de um produto no mercado.

Um dos objetivos desse conceito é fazer aquilo que a engenharia sozinha não consegue ao desenvolver novas tecnologias: pensar no usuário. É como se fosse um acabamento artístico para um produto científico, levando em conta, além do seu funcionamento, o visual e a experiência interativa do de quem interage com ele. O foco está nas pessoas, e não na tecnologia em si.

A disciplina executa projetos a partir de conceitos que foram estabelecidos por meio de testes com usuários. No entanto, é inviável desenvolver um método único para qualquer interface, pois cada produto ou serviço possui demandas diferentes, exigindo estudos específicos para que a interação seja realmente satisfatória.

Na prática

O design de interação serve, na prática, para avaliar os diversos aspectos que afetam a experiência do usuário com um sistema em busca de soluções inovadoras.

Primeiro, é necessário saber se um produto é útil, seja porque é funcional e atende a uma necessidade básica ou por ter relevância emocional para o usuário. Em seguida, deve-se pensar sobre sua usabilidade, ou seja, a forma como o usuário realizará ações no produto, para que possa ser eficiente e de fácil assimilação. Além disso, é preciso ter em mente que o sistema deve lidar com os possíveis erros humanos.

No design de interação, também é fundamental que o profissional da área esteja em uma busca constante por soluções inovadoras e seja capaz de montar protótipos rápidos para que possam ser rapidamente testados.

Muitas vezes o trabalho do designer de interação ocorre em colaboração com profissionais de outras vertentes, como o design gráfico, da informação e industrial. Apesar disso, o foco do trabalho deve ser mantido na compreensão do comportamento do usuário, a partir da observação de suas ações ao usar um produto.

Importância

Com todas essas preocupações em mente, o designer de interação consegue fazer com que um sistema qualquer seja mais apto a responder de forma adequada às demandas do usuário. Com tantas alternativas no mercado, os consumidores estão cada vez mais impacientes e, caso a interface do produto não atenda a suas necessidades, ele rapidamente buscará os concorrentes.

O design de interação também ajuda a definir, em um sistema, o que é prioritário e o que pode ser considerado secundário. Isso facilita a navegação e diminui a necessidade de muitos cliques e esperas. Imagine um website de vendas em que o usuário não consegue acessar informações básicas sobre um produto ou executar ações simples como iniciar uma compra. Em poucos minutos ele provavelmente desistirá do site e vai procurar outra solução.

Essa vertente do design também serve como um ponto de equilíbrio entre a capacidade de interação e a funcionalidade do produto, evitando que um sistema não consiga entregar aquilo que promete. Além disso, por meio da disciplina, é possível prevenir que o usuário encontre erros ou consiga contorná-los quando necessário.

Agora que você sabe o quão importante, perguntamos: como esta questão é abordada na sua empresa? Já desenvolve este aspecto nos seus produtos? Comente!


25
Nov 13

O que é o MVP e como ele pode ajudar sua empresa

MVPQualquer empreendedor em busca de novos mercados deve estar disposto a atuar em um ambiente altamente competitivo, onde o lançamento de novos produtos e serviços é rápido e exige cada vez mais agilidade das empresas.

Nos setores voltados para a tecnologia da informação, em especial, gastar anos de trabalho em uma nova ideia ou projeto está fora de cogitação. A demora pode provocar grandes desperdícios ou até mesmo fazer com que a empresa perca o momento adequado para iniciar a comercialização.

Nesse cenário, usar uma estratégia para acelerar o processo, como o MPV (sigla do inglês para Minimum Viable Product ou Produto Viável Mínimo), pode ser a grande diferença entre o sucesso e o fracasso de um novo produto no mercado.

Conheça o MVP e saiba como ele pode ajudar a sua empresa:

O que é MVP?

O Minimum Viable Product é uma estratégia que permite às empresas lançarem produtos em uma versão básica, mas, ainda assim, gerando valor para o cliente e estimulando as vendas.

Apesar de o MVP ser a menor versão possível, o produto já deve trazer características fundamentais que indiquem algo mais consistente no futuro. Mesmo sendo construído com tempo e recursos limitados, ele deve mostrar sua viabilidade como negócio e não pode ser confundido com uma entrega malfeita.

Fazer um Produto Viável Mínimo requer que a empresa colete informações sobre o mercado e feedbacks dos clientes para aprender rapidamente o que precisa melhorar no preço, qualidade, distribuição e funcionalidades, permitindo que o produto seja melhorado em seus próximos ciclos de desenvolvimento.

Em outras palavras, as empresas que lançam um MVP entregam a potenciais clientes um produto com funcionalidades fundamentais para que seja submetido a teste e, posteriormente, aprimorado e finalizado.

Utilidade

Um dos principais benefícios do MVP para uma empresa é evitar grandes investimentos em produtos completos e repletos de funcionalidades, mas cuja aceitação no mercado não seja previsível. Além disso, ao exercitar a estratégia do MVP, será possível fazer previsões mais acertadas no futuro, quando sua empresa precisar tomar decisões rápidas para lançar outras aplicações.

O Minimum Viable Product permite, ainda, validar no mercado todas as suposições que foram feitas durante o desenvolvimento do produto, conhecendo na prática o que realmente chama a atenção dos consumidores. As informações levantadas nessa fase proporcionam a assimilação de novos conceitos e sua aplicação no desenvolvimento do produto.

No desenvolvimento de softwares, uma abordagem similar a essa costuma ser utilizada em recursos cujo código é aberto ou então por serviços gratuitos disponíveis na web, como provedores de e-mail, sistemas para envio de arquivos e ferramentas de gerenciamento de projetos. Eles permitem que os usuários trabalhem no sistema enquanto a empresa aprende com os feedbacks para fazer atualizações e melhorias nas aplicações.

Apesar de o MVP ser usado amplamente em setores variados, sua agilidade traz grandes benefícios para startups e empreendedores que trabalham em cenários de grande incerteza e precisam, constantemente, lançar novos produtos economizando tempo e dinheiro.

Como usar

Para que o MPV proporcione os resultados esperados, o primeiro passo é pensar no que a empresa quer testar ao lançar o produto no mercado. É importante definir métricas para acompanhar o feedback dos clientes e saber qual caminho a ser seguido.

Em seguida, é preciso avaliar quais são as funcionalidades mínimas necessárias para que o produto já possa ser efetivamente usado por alguns clientes. Lembre-se que, na maioria das vezes, o item não estará suficientemente estruturado para gerar receita para sua empresa. Dessa forma, aproveite o momento para fazer testes, conhecer o mercado e arriscar.

Apesar disso, tenha em mente que o MVP jamais pode mostrar fragilidades para o cliente, pois isso pode impactar diretamente a sua percepção sobre o produto.

O Produto Viável Mínimo é muito útil quando ninguém no mercado ainda desenvolveu alguma solução similar, pois evita os estudos comparativos forçadas com produtos ou empresas de outros setores. Os testes rápidos dessa estratégia ajudam a aprender de forma mais ágil o que dá certo e o que não dá.

Mas lembre-se que a forma como o MVP é aplicado pode variar de caso a caso. Para as empresas que atuam com B2B, é interessante testar a demanda inicial por meio de apresentações e grupos de discussão com clientes em potencial. Já as organizações que atuam no B2C, podem se beneficiar do lançamento de uma versão mais próxima do produto em si.

Para aprender mais sobre técnicas de desenvolvimento que vão colocar sua empresa à frente do mercado, fique ligado no blog da Informant!