Conheça a Informant          RSS

Geral


29
May 14

16 extensões para Chrome que todo programador precisa conhecer

Keyboard

Todo bom programador conhece – e tem disponível para si – uma grande variedade de ferramentas que o ajudam a construir softwares melhores, mais rápidos e confiáveis. Com todo o avanço da tecnologia, atualmente não é mais necessário confiar apenas numa página de texto em branco para que seu código atenda todas as demandas dos usuários.

Da mesma forma, os próprios browsers evoluíram para que as aplicações ficassem melhores. Neste sentido, não precisamos considerar apenas os avanços nos motores de renderização, mas principalmente nas possibilidades criadas pela inclusão de extensões – tanto no Google Chrome quanto no Mozilla Firefox.

Neste contexto, criamos uma lista com 16 extensões que todo programador precisa conhecer para levar seu código para o próximo nível de qualidade. Confira:

Programadores front-end

JSON View: extensão que serve para organizar qualquer arquivo JSON, deixando-o legível e mais fácil de trabalhar. É terrível abrir esse tipo de documento e dar de cara com milhares de caracteres sem indentação, não é? Essa extensão resolve!

W3C Validator: validar um código HTML ou CSS de acordo com as normas W3C ficou muito mais fácil com essa extensão. Basta entrar no site, clicar no botão e pronto.

jQuery API Browser: a maneira mais rápida de encontrar a documentação de qualquer API jQuery. Abra a caixa de busca, digite o nome do método e toda a documentação será carregada.

Frameworks: a extensão para descobrir quais frameworks o site que você está navegando utiliza.

Programadores mobile

Window Resizer: a extensão Window Resizer faz o que o nome promete, redimensiona a tela do navegador para testar como o site se comporta em resoluções diferentes. Uma mão na roda para quem se preocupa com design responsivo!

Ripple: Ripple é um emulador completo. Através dele é possível mudar simular perfeitamente como um smarphone reagiria ao seu código, incluindo a orientação da tela e até o acelerômetro.

Para usar com Github

Octofication: Após sincronizado com sua conta do GitHub, permite receber notificações dos repositórios que você acompanha.

Diff for Gist: é uma extensão que exibe as diferenças entre cada revisão do código, simplificando a manutenção e o acompanhamento, principalmente em trabalhos em grupos.

Webdesign

ColorZilla: ColorZilla é um “conta-gotas” instalado diretamente no seu Chrome que apresenta o código de qualquer cor, clicando sobre ela.

WhatFont: O WhatFont tem um funcionando muito parecido ao ColorZilla, mas para fontes. Selecione um trecho, aponte o WhatFont e descubra qual fonte está sendo utilizada.

Workflow

LiveReload: Extensão que evita a necessidade de ficar dando F5 para visualizar as alterações na página. Ajuda, principalmente, a economizar tempo na troca de janelas.

Performance

PageSpeed: Verifica cada aspecto do seu site e avalia se ele está de acordo com as diretrizes de desempenho e SEO do Google.

YSlow: Famosa ferramenta do Yahoo! que verifica a performance do seu site.

Speed Tracer: Analisa e gera relatórios sobre a velocidade de execução dos seus JavaScripts e seletores CSS, entre outros detalhes.

Outros

Firebug e WebDeveloper poderiam se encaixar em várias das categorias acima, mas estão em “Outros” porque ajudam em todo o processo de desenvolvimento através de ferramentas de debug e otimização.

Conhece alguma outra extensão importante que ficou de fora? Aproveite os comentários abaixo e complemente nossa lista!


20
May 14

Entenda de vez o papel do Product Owner no SCRUM

Informant07.05Creditar o sucesso ou o fracasso de um projeto apenas à uma pessoa pode parecer errado, ou então conveniente, mas é algo comum em equipes que utilizam scrum no desenvolvimento dos seus projetos. Isso acontece por conta de uma figura fundamental: o product owner.

O sentimento de “posse” que toma conta de muitos POs é causado por conta do poder que ele exerce sobre as decisões importantes do projeto. Ao não perceber que ele deve servir como elo entre o cliente – ou usário final – e o time, acaba colocando em risco todo o desempenho do software, gerando ferramentas inúteis e desperdiçando tempo e recursos. Para entender o papel do product owner, suas atribuições, acertos e erros, acompanhe os tópicos a seguir:

Quem é o product owner

O product owner é responsável por gerenciar o backlog do projeto. Ainda que ele tenha ajuda de outros membros do time, como arquitetos, desenvolvedores, analistas de negócio, entre outros, a decisão final precisa ser tomada por ele. Da mesma forma, nenhuma alteração ao escopo do projeto deve ser tomada sem a presença e o consentimento do product owner. É claro que isso não significa que suas decisões não possam ser questionadas, apenas que todas elas devem ser compartilhadas com ele.

O product owner pode ser o próprio cliente, mas o mais indicado é que seja alguém do próprio time com um visão global do projeto, que entenda tanto do negócio do cliente, quanto do desenvolvimento e dos processos da empresa.

O que faz e o que deveria fazer o product owner

Segundo os guias de scrum, é papel do product owner registrar e ordenar com clareza os itens de backlog do projeto, garantir que todos do time estejam cientes e entendam os itens do backlog, garantir o valor do trabalho da equipe e, por fim, perceber se o MVP está entregando o valor esperado pelo cliente e comandar as melhorias contínuas em ciclos interativos.

Mais do que isso, o product owner deve perceber que ele tem um papel duplo para o sucesso do projeto: ao mesmo tempo que acompanha o cliente através da construção do software, também mantém o time trabalhando em prol das entregas. Em resumo, 50% do tempo de um product owner deve ser gasto para entender o negócio do cliente enquanto os outros 50% devem ser gastos passando esse conhecimento para o restante do time.

O que não fazer como product owner

O papel de conectar clientes e time pode fazer com que o product owner não saiba lidar com tanto poder, se isolando em meio a tomadas de decisão. Em geral, esse comportamento é fatal para o projeto.

O ideal em projetos que possuam um product owner destacado é que se faça reuniões semanais entre cliente e equipe desenvolvimento. Ainda que haja um líder, a tendência é que a tomada de decisões seja um fardo dividido entre todos. Um indicativo dessa mudança acontece quando o product owner deixar de falar no singular – eu – e passa a utilizar o plural – nós. Ainda que pareça algo banal, é fundamental que o PO entenda que todos vencem ou falham juntos.

Você é um product owner? Trabalha para um? Conte sua experiência para nós nos comentários abaixo.


15
May 14

Qual a função de um gerente de produto?

Depositphotos_7263989_s

O sucesso da criação de um novo software é alcançado através da soma de diversos fatores: organização, planejamento, visão, comunicação, qualidade do time de execução e clareza do que, realmente, o cliente está buscando. Ainda assim, mesmo com todas as informações, nada garante que a ferramenta será bem aproveitada.

No meio de tudo surge uma figura muito importante para o bom andamento do projeto: o gerente de produto. Nos últimos anos as fábricas de software perceberam que possuir alguém que consiga centralizar as decisões, administrar o time e ainda entender a necessidade do cliente é valioso para os negócios, fazendo do gerente de produto o principal aliado da empresa. Nos próximos parágrafos iremos nos aprofundar sobre o papel desse profissional. Confira:

O papel do gerente de produto

É comum que as empresas acreditem que o principal papel do gerente de produto é estar focado no desenvolvimento do produto que alavanca o negócio. Mas, atualmente, sua função é muito mais ampla: ele cuida do desenvolvimento, mas também da implementação, atendimento, marketing e vendas. Apesar de não ser responsável por todas essas áreas, é função dele perceber quando problemas possam influenciar o desempenho do produto.

Basicamente, o gerente de produto presta suporte a todas essas áreas, focando na qualidade da entrega final e impedindo que outros fatores, como falta de recursos, atrapalhe a experiência do cliente. O gerente de produto costuma atuar mais no marketing e vendas, por conhecer cada vantagem do produto e saber como estas devem ser exaltadas para melhorar as vendas.

Motivos para contar com um gerente de produto

A busca por criar ferramentas cada vez melhores faz do gerente de produto uma peça fundamental em toda empresa de software. Isso significa que um bom gerente é capaz de melhorar a qualidade das suas entregas e ainda assim garantir o uso inteligente e eficaz de seus recursos.

Para se alcançar esse resultado é fundamental que você saiba o que buscar ao contratar este profissional. Lembre-se que ele terá que controlar o desenvolvimento da ferramenta, mas também estará em contato com clientes e colaboradores. Assim, é possível listar algumas competências que todo gerente de produto deve ter, além da paixão por criar bons produtos: empatia com clientes, inteligência, ética, integridade, confiança, foco, conhecimento em tecnologia, negócios, processos e uma atitude vencedora.

Apesar de parecer que essas habilidades sejam impossíveis de serem reunidas em apenas um profissional, precisamos notar que a maioria delas são obrigatórias quando estamos falando de desenvovimento de software. Um gerente de produto que não conheça tecnologia ou que não esteja por dentro dos processos e negócios da empresa não será capaz de gerenciar um time de desenvolvedores.

Já um profissional sem ética ou integridade, apaixonado pelo que faz e focado em buscar metas e objetivos não irá durar em emprego algum. Por todos esses motivos a função de um gerente de produto será, sim, de coordenar a construção das suas ferramentas, mas também será um grande ativo para sua empresa ao gerenciar clientes, recursos e resultados.

Você já trabalha com um gerente de produto? Qual sua experiência? Deixe seu depoimento nos comentários abaixo.


11
Apr 14

Marketing: Como criar user personas?

 

Marketing

Já falamos aqui no blog o que são user personas. Contudo, mais importante do que saber o que são, é saber como criar user personas capazes de levar seu site a um novo nível de importância, tanto em relação ao número de acessos, quanto à qualidade do seu visitante.

 

Saber criar user personas é importante por vários motivos. Ele ajuda a criar estratégias de marketing mais eficientes, melhorar a qualidade dos seus produtos e serviços, melhorar a experiência de uso do seu site, focar o desenvolvimento do seu conteúdo e muito mais. Isso significa que você deve dominar todo o processo. Mas qual a melhor maneira de criar user personas? O que deve ser considerado? Nos próximos parágrafos iremos apresentar dicas para você acertar na criação de user personas. Confira:

 

Defina segmentos e padrões demográficos.

 

O primeiro passo ao se construir user personas é definir o segmento com quem você quer falar. Esse exercício faz parte também de conhecer seu produto e seu mercado e deve trazer respostas claras sobre quem é seu público-alvo.

 

Com isso busque por dados demográficos. É muito difícil criar conteúdo que realmente converta se você não tiver informações básicas sobre onde eles vivem, idade, nível educacional, quanto ganham e até se tem filhos ou não. Esses dados básicos é que guiarão os próximos passos na busca por um perfil que seja útil para o seu site.

 

Articule seus valores.

 

Junto das informações básicas, acrescente um perfil um pouco mais detalhado, tentando descobrir quais são os valores e opiniões do seu user persona. Isso te dará uma noção sobre o que eles esperam do seu produto, serviço e site ao acessar a página.

 

Quais são as paixões, interesses, sonhos e metas que seus user personas buscam? Qual sua linha política? Eles praticam esportes? Qual sua principal características pessoal? O que os motiva a compartilhar conteúdo com outras pessoas? Descobrir essas respostas já deixará tudo mais claro. Porém, procure não tendenciar suas respostas para o perfil que você acha ideal ao seu negócio.

 

Vá até o fundo.

 

Você já sabe o que os motiva e emociona, mas pode ir mais fundo. Isso parece complexo, mas ir aprofundar a criação do perfil do seu user persona é o que pode decidir o sucesso – ou fracasso – do seu negócio.

 

Como seu user persona se vê? Quais são seus medos e metas diárias? Como ele está buscando significado para a sua vida? Quais comportamentos ele está tentando mudar? Essas poucas perguntas apontam, praticamente, os principais problemas que eles enfrentam mas que, muitas vezes, são ignorados pelo departamento de marketing das empresas.

 

Mais alguns detalhes.

 

Por fim, alguns detalhes que podem tornar a criação do user persona ainda mais apurada: defina o que eles buscam na sua empresa ou produto. Dê a eles um rosto, um nome e um adjetivo. Algo como “Maria, mãe solteira”. Vá melhorando os detalhes de acordo com o perfil de seus novos clientes. Saber de onde eles vieram, ou seja, como encontraram seu site, dará uma boa noção de como eles consomem conteúdo na internet.

 

Junto disso utilize artifícios mais técnicos: quais botões são mais clicados na sua página? Quais palavras-chave geram mais tráfego para você? Que tipo de conteúdo é mais compartilhado? Pequenos pedaços de informação que, quando unidos, servirão para te entregar um perfil muito próximo do seu principal cliente.

 

 


07
Apr 14

Profissionais de TI: Dicas de saúde para o trabalho

Profissionais de TI

Programadores e profissionais de TI, na maioria das vezes, ficam muitas horas do seu dia em frente ao computador. Isto pode levar a vários problemas! Muitas vezes as cadeiras não são adequadas anatomicamente para posicionar a coluna da maneira correta: eles digitam muito mais tempo do que o adequado; as alturas do teclado e da tela costumam estar desreguladas e o bom senso acaba sumindo em troca da eficiência profissional.

É nesse contexto então que as dores e incômodos surgem e em geral acabam sendo ignorados. Se observarmos com atenção, a nós mesmos ou outros em frente às telas dos computadores, veremos que a cabeça está geralmente projetada, as costas curvadas, os punhos flexionados em excesso e os ombros caídos. É uma postura típica dessa situação. Uma inversão nesse quadro pode não somente ser benéfica para a saúde, mas, além disso, aumentar a produtividade do profissional.

Por essa razão, muitas empresas vêm investindo em cursos e em adotar regras indicadas por especialistas em medicina do trabalho. Vamos aqui de maneira sucinta esclarecer quais são as principais lesões e quais atitudes devem ser tomadas para que o corpo do trabalhador dessa área seja preservado e sua saúde não seja mais prejudicada.

Dores na coluna e pescoço

De acordo com fisioterapeutas e ortopedistas, o uso inadequado de computadores de mesa e notebooks é uma das causas mais freqüentes de dores na coluna e no pescoço nos dias de hoje. A postura inadequada, aliada ao tempo excessivo é uma combinação terrível para a saúde de suas costas, sua lombar e toda a musculatura relacionada. Um dos conselhos mais simples e menos seguidos é nada além do que não ficar mais de trinta minutos na mesma posição. Esgotado esse tempo, levante-se, faça uma breve caminhada, beba um café. Dê um tempo para sua coluna.

Outra atitude a ser adotada é manter a coluna ereta. Para isso, posicione a cadeira de maneira que você não penda nem para frente nem para trás. Em certos intervalos de tempo, alongue-se. Pare e estique pescoço, costas, lombar, braços e pernas, sempre com movimentos lentos e parando assim que começar a sentir incômodo ao estender o músculo. Faça de maneira relaxada, acalme seu corpo e só então volte ao trabalho. Repita quantas vezes julgar confortável ou necessário. Também não esqueça de manter os pés apoiados no chão, para que o peso dos membros inferiores não sobrecarregue seu torso.

Braços, cotovelos e antebraço

Essas regiões também costumam sofrer com o uso excessivo de computadores. Uma boa dica é manter o antebraço apoiado na mesa, aliviando assim a carga tanto nos braços quanto nos punhos. A utilização de mouse-pads é útil não só para evitar dores nos punhos, mas em todo o conjunto de músculos entre ele e o ombro, pois estarão mais bem acomodados. Outra dica é manter um ângulo de noventa graus entre o antebraço e cotovelo. Para isso, ajuste a cadeira à altura da mesa, pois se a cadeira e a mesa ficarem em alturas inadequadas e desalinhadas o posicionamento do braço ficará inadequado e pressão gerada sobre as estruturas causará mais dor. Pausas e alongamentos aqui também são muito bem vindos!

Punhos

Nos punhos dos viciados em computador costuma ocorrer o diagnóstico de L.E.R. (Lesões por Esforços de Repetição), também denominado DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). Esse tipo de injúria é causado pelo uso e esforço repetitivo de certas articulações, trazendo dor e inflamação. Essa inflamação comprime estruturas nobres, como vasos e nervos, causando dor e fraqueza na área. Esse é um quadro que pode se tornar crônico e necessitar de intervenção cirúrgica para aliviar e descomprimir essas estruturas. Para não chegar a tanto, algumas dicas podem ser valiosas. De tempos em tempos pare e rotacione as mãos, alongue os dedos e relaxe. Esse descanso é essencial para aliviar o esforço excessivo que essa área sofre nesses casos. E se o problema persistir, não há outro jeito senão parar completamente com o trabalho que exige dessa região, a fim de evitar o processo cirúrgico. Seu médico indicará além do repouso, o uso de antiinflamatórios e fisioterapia.

Evite esse problema!

Tomando certos cuidados é possível evitar ou ao menos diminuir consideravelmente as dores decorrentes de trabalhar por horas em computadores. Se para atuar nessa área é inevitável estar por horas digitando, ao menos podemos com hábitos saudáveis minimizar os problemas. É importante salientar que acima de todas as dicas, está o bem-estar mental: nada causará mais dores e minará seu organismo que o estresse. Portanto, observe-se e respeite-se, pois seu corpo possui limites e ultrapassá-los pode ser extremamente danoso. Como pudemos ver, problemas físicos atrapalham e muito o seu rendimento, portanto se cuidar aqui é acima de tudo respeitar suas capacidades e seu talento. Não dê esse mole, sua vida profissional agradece!


27
Mar 14

Entenda o que é SaaS (e como isto afeta o seu bolso)

Uma das siglas mais quentes no mundo dos negócios e internet hoje é o SaaS. Hoje, no blog da Informant, explicamos tudo sobre esta modalidade de negócios e como ela faz diferença para você e para a sua empresa! Acompanhe!

A internet sempre se mostrou reveladora de mudanças nas formas de fazer e criar novos modelos de negócios. Foi assim para a música, cinema, jogos, livros e tantas outras indústrias que migraram do offline para o online.

No entanto, para a indústria de softwares, a internet não apresentou apenas mudanças na maneira que compramos e consumimos tecnologia, mas criou uma forma de distribuição e comercialização completamente nova: o software as a service (SaaS).

Preparamos um guia para explicar o que é SaaS e quais os motivos que o faz a melhor opção tanto para quem desenvolve quanto para quem utiliza diariamente, confira:

O que é SaaS

SaaS é a sigla em inglês para software as a service (software como serviço), um modelo que o fornecedor da ferramenta se responsabiliza por toda a disponibilização do sistema: servidores, conectividade, cuidados com as informações e segurança, enquanto o usuário o utiliza via internet, pagando um valor recorrente. É como se fosse uma assinatura ou mensalidade.

O modelo SaaS não é determinado pela sua tecnologia e nem mesmo precisa ser totalmente web. Sua característica principal é a não necessidade de aquisição de licenças, mas sim o pagamento pelo uso.

Vantagens para quem cria

Software as a service apresenta diversas vantagens para quem trabalha na indústria de programação. Não apenas por ser um modelo mais simples de implementar, mas também por facilitar a aquisição de usuários.

Por meio do SaaS, a empresa proprietária do sistema não exige que o cliente crie uma estrutura e treine seu pessoal para começar a usar o software. Na verdade, muitas empresas de SaaS não possuem nenhuma relação com o cliente, já que tudo pode ser contratado pela internet. Essa facilidade permite que a mesma ferramenta seja oferecida para mais clientes de forma mais rápida, potencializando o faturamento. A pouca dependência do setor de TI para a manutenção do código ainda faz do modelo SaaS uma boa opção de custo.

Outra vantagem é que o SaaS permite modelos de cobrança recorrentes. A empresa que trabalha com esta fonte de receita consegue previsões financeiras de faturamento mais precisas, o que permite que ela planeje melhor o seu fluxo de caixa.

Vantagens para quem usa

Do lado do consumidor de software, as vantagens em adquirir SaaS são muitas também. Não há necessidade de instalação da ferramenta, que já está pronta na web; não exige capacitação de funcionários para suporte e implementação; não exige contratação de licenças caras; permite a integração com outros serviços e o encerramento do uso de forma rápida. Ainda são mais flexíveis, podem estar disponíveis em qualquer computador com acesso à internet sem perda de dados. Seus backups (feitos na nuvem) são mais confiáveis que os feitos localmente. Mesmo assim, em geral são opções mais baratas!

O uso de SaaS não se mostra apenas uma tendência. Essa nova forma de consumir software já está estabelecida no mercado e é cada vez mais utilizada tanto por empresas quanto por usuários comuns. Com a expansão dos dispositivos móveis e a maior facilidade de compra de computadores, não há mais necessidade de se prender a uma ferramenta instalada localmente. O SaaS, em todos os sentidos, é a melhor solução para software disponível.

Ainda que seu uso já comum, muitos usuários e empresas se confundem na adaptação a este novo modelo. Estamos disponíveis para tirar todas as suas dúvidas. Entre em contato com a Informant!