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Design de Interação


13
Dec 13

ISA Redux

Na última Segunda-Feira (09/12), foi realizado o evento ISA Redux, uma versão compacta do Interaction South America, onde nossa Designer de Interação, Monica Possel organizou através do IxDA Joinville.

Parabéns pela iniciativa.

 


28
Nov 13

design de interação, o que é ?

design de interação

Pare e pense: quando foi a última vez que você passou um dia inteiro sem qualquer contato com uma interface digital, como um computador ou um smartphone?

Com a grande quantidade de interfaces disponíveis para usos variados e a demanda crescente dos consumidores, a experiência que temos ao usar produtos e serviços digitais vem se transformando em uma das maiores preocupações dos desenvolvedores de novas tecnologias.

Uma das áreas que busca soluções para essa experiência é o design de interação, setor em plena expansão nos países líderes em novas tecnologias. No Brasil, apesar de ainda estar incipiente, o tema também já conta com cursos universitários e inúmeras oportunidades de trabalho.

Qualquer empresa em busca de vantagens competitivas no mercado deve saber como o design de interação pode ser o grande diferencial para o fracasso ou sucesso de um novo produto.

Aprenda hoje o que é design de interação e qual a sua importância:

Foco na experiência

O design de interação é uma das vertentes do design que trabalha a forma como um produto, (seja um site, um aplicativo, um jogo ou outras aplicações) permitirá que os usuários façam uso dele. O objetivo da disciplina é melhorar a relação entre as pessoas e as máquinas, aumentando as chances de sucesso de um produto no mercado.

Um dos objetivos desse conceito é fazer aquilo que a engenharia sozinha não consegue ao desenvolver novas tecnologias: pensar no usuário. É como se fosse um acabamento artístico para um produto científico, levando em conta, além do seu funcionamento, o visual e a experiência interativa do de quem interage com ele. O foco está nas pessoas, e não na tecnologia em si.

A disciplina executa projetos a partir de conceitos que foram estabelecidos por meio de testes com usuários. No entanto, é inviável desenvolver um método único para qualquer interface, pois cada produto ou serviço possui demandas diferentes, exigindo estudos específicos para que a interação seja realmente satisfatória.

Na prática

O design de interação serve, na prática, para avaliar os diversos aspectos que afetam a experiência do usuário com um sistema em busca de soluções inovadoras.

Primeiro, é necessário saber se um produto é útil, seja porque é funcional e atende a uma necessidade básica ou por ter relevância emocional para o usuário. Em seguida, deve-se pensar sobre sua usabilidade, ou seja, a forma como o usuário realizará ações no produto, para que possa ser eficiente e de fácil assimilação. Além disso, é preciso ter em mente que o sistema deve lidar com os possíveis erros humanos.

No design de interação, também é fundamental que o profissional da área esteja em uma busca constante por soluções inovadoras e seja capaz de montar protótipos rápidos para que possam ser rapidamente testados.

Muitas vezes o trabalho do designer de interação ocorre em colaboração com profissionais de outras vertentes, como o design gráfico, da informação e industrial. Apesar disso, o foco do trabalho deve ser mantido na compreensão do comportamento do usuário, a partir da observação de suas ações ao usar um produto.

Importância

Com todas essas preocupações em mente, o designer de interação consegue fazer com que um sistema qualquer seja mais apto a responder de forma adequada às demandas do usuário. Com tantas alternativas no mercado, os consumidores estão cada vez mais impacientes e, caso a interface do produto não atenda a suas necessidades, ele rapidamente buscará os concorrentes.

O design de interação também ajuda a definir, em um sistema, o que é prioritário e o que pode ser considerado secundário. Isso facilita a navegação e diminui a necessidade de muitos cliques e esperas. Imagine um website de vendas em que o usuário não consegue acessar informações básicas sobre um produto ou executar ações simples como iniciar uma compra. Em poucos minutos ele provavelmente desistirá do site e vai procurar outra solução.

Essa vertente do design também serve como um ponto de equilíbrio entre a capacidade de interação e a funcionalidade do produto, evitando que um sistema não consiga entregar aquilo que promete. Além disso, por meio da disciplina, é possível prevenir que o usuário encontre erros ou consiga contorná-los quando necessário.

Agora que você sabe o quão importante, perguntamos: como esta questão é abordada na sua empresa? Já desenvolve este aspecto nos seus produtos? Comente!


23
Oct 13

Workshop Axure – IxDA (Associação Internacional de Design de Interação)

No sábado, dia 28 de setembro, tivemos em Joinville mais uma edição do capítulo local do  IxDA (Associação Internacional de Design de Interação), onde a nossa Designer de Interação Monica Possel, é uma das líderes locais.

Neste dia foi realizado um workshop de Prototipação, onde foi apresentado a prototipação física e eletrônica, de baixa fidelidade em paper prototype e também a aplicação do software mais conhecido pelos Designers de Interação para protótipos interativos, o Axure RP (http://www.axure.com/).

Foi um dia bastante intenso e criativo, onde o Desafio era criar um Sistema de Auto Atendimento Bancário mais inclusivo e amigável, ao qual foram gerados resultados incríveis.

Esse evento teve o apoio do IxDA Joinville, com seus líderes locais: Bruno Duarte, João Menezes e Monica Possel.

“O mais bacana de tudo, é que pudemos colaborar com pessoas da indústria de Joinville, como Whirlpool e Docol, além de startups e empresas já conceituadas no ramo de tecnologia em Joinville. E assim percebemos que o UX Design está abrindo fronteiras em Joinville e região.” Acrescenta Monica.

Confira as fotos do dia

:



Você pode acompanhar também mais eventos e materiais sobre Design de Interação no grupo do IxDA Joinville no Facebook (https://www.facebook.com/groups/ixdajlle/)


19
Mar 13

Doing, not talk! Joinville Service Jam!

No final de semana entre os dias 1 e 3 de março, milhares de pessoas em diversos países se reuniram, por 48h, prototipando e criando soluções para melhorar o mundo.
A Informant também participou neste evento global, cujo nome é Global Service Jam. O Joinville Service Jam foi organizado pelos líderes do IxDA Joinville, com patrocínio de Informant, A2C e Mostarda Filmes.
As 20h30 de sexta-feira, o tema foi liberado aos participantes do evento. O tema global era “Grow” , ou seja Crescer. Abrangente, foi um belo desafio para as equipes, que teve de trabalhar pesado para manter o foco e criar soluções coerentes com o tema.
Todos os participantes se envolveram com o evento e com o desafio que era criar um serviço em 48h. Os organizadores ficaram responsáveis em espalhar o conhecimento do Design em Serviços, aplicando algumas ferramentas do processo de Design.
No sábado de manhã, foi aplicada a Etnografia. As equipes saíram pelas ruas de Joinville conversando e pesquisando em campo, com pessoas do mundo real, para entender qual seria a melhor solução para melhorar o mundo delas e fazê-las crescer. Com essas pesquisas em mãos, foram geradas várias ideias.
Foram aplicadas ferramentas como o Business Canvas e Personas, além do Storyboard para entender como seria o cenário de uso do serviço.
Ao final do Domingo o grupo desenvolveu um vídeo apresentando a ideia, que vocês podem acompanhar abaixo.

Nosso colaborador Dino Magri fala um pouquinho de como foi participar no evento:
“Participar do Joinville Service Jam foi uma experiência muito interessante, durante 3 dias foi possível interagir com diversas pessoas de diferentes áreas e lugares. Essa interação, ao meu ver, só foi possível devido a estrutura de como são executadas os Jam’s, que possibilitam uma imersão total dos participantes para discutir problemas e prototipar soluções. Como o próprio lema diz (“Doing, not talk”) foi um final de semana de muita mão na massa e aprendizagem.”

Confira abaixo o vídeo realizado dos três dias do evento:

 

Ficamos muito felizes em apoiar este evento. Só ficou mais claro o quanto Joinville, ou O Vale da Chuva, com gostamos de chamar, está sedenta por atividades envolvendo tecnologia e inovação.
Contamos com todos para os próximos eventos!

Para saber mais:

IxDA Joinville
http://www.facebook.com/groups/ixdajlle

Joinville Service Jam
http://www.facebook.com/JoinvilleServiceJam

Projeto HiLearning (realizado no Joinville Service Jam):
http://planet.globalservicejam.org/gsj13/jamsite/1636/project/9056

Projeto Magic Ball (realilzado também no Joinville Service Jam):
http://planet.globalservicejam.org/gsj13/jamsite/1636/project/9072

Outros projetos do mundo todo:
http://planet.globalservicejam.org/gsj13/projects


24
Nov 12

Design Thinking e a evolução das aplicações

Tenho estudado a evolução dos serviços da Informant para melhora contínua de nosso portfólio. E, uma das demandas dos clientes identificada com clareza nos últimos anos engloba a conversão do nosso negócio para um modelo “one-stop-shop”, em que as empresas interessadas em nos contratar não necessitam, necessariamente, contratar também outras entidades ou serviços adicionais.

Assim, há aproximadamente dois anos, começamos a estudar o Design de Interação como uma saída para as necessidades de cada cliente, quanto à construção de interfaces agradáveis, e com o conhecimento adquirido, mapeamos este novo papel dentro da empresa. O interessante sobre o Design de Interação é a mudança na forma como a concepção e a evolução de aplicações são construídas, tirando da mão da engenharia a árdua tarefa de conceber interfaces funcionais, afinal, quem já desenvolveu softwares em algum momento da vida, presenciou a criação de aplicações ricas em funcionalidade, porém impossíveis de serem utilizadas.

A criação de experiências agradáveis de uso tornou-se fator chave para o sucesso referente à migração das aplicações do desktop para a nuvem. Desta forma, o valor entregue em UX (User Experience) é tão equivalente quanto às regras de negócio, em determinados modelos. Ao entender a questão do Design de Interação como a ciência que estuda o usuário como o centro da interação, também identificamos a necessidade de expandir o conhecimento da empresa, identificado como Design Thinking, uma palavra nova que aparentemente representa a mesma coisa, mas merece diferenciação.

No Design Thinking, a solução do problema vai muito além do produto, entrando em questões sociais e econômicas, antes atribuídas a área de negócios da instituição. Como na administração clássica, uma empresa seguia um plano de negócios quase fixo, desenvolvido para ser executado em anos, e a necessidade do feedback sobre alterações no produto dava margem a uma separação entre a área de negócio e o desenvolvimento de produto. Na era das startups e adotando o método lean, um plano de negócios clássico se tornou tão sem sentido quanto mortal, assim como a ausência do foco em design no processo central de negócio também pode ser considerada ainda mais fatal.

Colaborando com a evolução desta linha de pensamento, tive a oportunidade de acompanhar o Interaction South America 2012, um evento internacional sediado em São Paulo, voltado para o Design de Interação, onde pude entender um pouco mais sobre o papel da prototipação e interação até mesmo no Service Design. Depois de ouvir todas as palestras, consegui conversar com Don Norman, autor de “The Design of Everyday Things”, e ex-vice-presidente de tecnologia da Apple, tido como o criador do Design de Interação. A foto que abaixo mostra o simpático senhor, em uma conversa super interessante sobre Steve Jobs e um pedido sem jeito de foto, durante a balada do evento, comprovando que não existe limite para a criatividade e diversão.

Com tantos termos novos para problemas antigos, temos a plena consciência de que a evolução das aplicações nos próximos anos será baseada no Design de Interação e suas vertentes, tanto para facilitar a rápida entrega de valor ao cliente, quanto para melhorar funções da tecnologia já existentes ao nosso redor.  Afinal de contas, quem não gostaria de ter um micro-ondas capaz de mandar mensagens pela rede sem fio e avisar quando a comida estiver pronta? Há pouquíssimos anos isso não faria nenhum sentido. Hoje, com nossos smartphones e TVs, alguém precisa pensar em conectá-las adequadamente e criar funções inovadoras para gerar valor aos produtos e serviços que já dispomos em nossas casas.

Essa visão é algo que entendemos como a evolução das aplicações e do mundo que queremos ajudar a construir.